A alemã ZF, especialista na produção de sistemas de direção, embreagens, eixos e transmissões, fez proposta preliminar para aquisição da americana TRW, a maior fabricante de sistemas de segurança veicular do mundo (airbags, sitemas de freios, ABS e cintos de segurança, entre outros), segundo informações da agência de notícias Bloomberg divulgadas esta semana. Caso a negociação se confirme, a ZF poderá se tornar a segunda maior fabricante de autopeças do mundo, com faturamento anual em torno de US$ 40 bilhões.
Em comunicado, a ZF informa que conversa com a TRW sobre uma possível oferta, mas diz que nenhuma decisão foi tomada. A TRW, por sua vez, confirma a proposta sem identificar o potencial comprador. “A empresa está avaliando a proposta recebida, bem como outras alternativas estratégicas que possam aumentar o valor do acionista. Não há garantia de que as negociações possam levar a um acordo”, anunciou a TRW.
Com a aquisição da TRW, a ZF passaria a ter domínio da tecnologia de sensores de airbags. A ZF é especializada na fabricação de autopeças para veículos pesados. Enquanto a TRW foca mais nos leves. A TRW faturou US$ 17,4 bilhões no ano passado. A ZF, US$ 22,9 bilhões.
Embora nenhum valor ainda tenha sido divulgado, fonte ligada à negociação disse à Bloomberg que a ZF teria oferecido entre US$ 11 bilhões e US$ 12 bilhões para assumir o controle da empresa. Para o analista Ivan Feinseth, da Tigress Financial Partners, é uma cifra baixa. “Sentimos que a TRW vale muito mais e seria uma aquisição estratégica para uma série de outros fabricantes de autopeças”, avaliou. Feinseth diz que cada ação da TRW pode valer entre US$ 120 e US$ 135 e que a empresa poderia ser avaliada em cerca de US$ 15 bilhões.
Com o anúncio da negociação, as ações da TRW na Bolsa de Nova York subiram 8% na quinta-feira, 10, e fecharam em US$ 98,91, recorde histórico. A esse preço, a TRW teria valor de mercado de US$ 11 bilhões .
A ZF é a nona maior fabricante de autopeças do mundo e a TRW, a 11ª, segundo ranking de faturamento publicado pela Automotive News no fim do ano passado. Juntas, como única companhia, ZF e TRW poderão ultrapassar a japonesa Denso, que faturou US$ 35,8 bilhões em 2013, mas ainda sim ficariam na segunda posição do ranking, atrás da alemã Robert Bosch, a maior empresa de autopeças do mundo.
O principal cliente da TRW é Volkswagen, que respondeu por 24,7% das vendas da empresa no ano passado, seguida pela Ford, com 18,5%. O maior mercado para a fabricante no ano passado foi a Europa, com 40,8% da receita, seguida pela América do Norte, com 35,6%.
CONCORRÊNCIA COM A BOSCH
Além de disputar o posto de maior fabricante de autopeças do mundo, esta possível nova companhia, nascida da junção entre TRW e ZF, poderá gerar conflitos maiores com a Bosch.
Isso pode acontecer porque a ZF já mantém joint venture em partes iguais com a Bosch, a ZF Lenksysteme, para a produção de sistemas de direção. Por enquanto, nada sobre a ZF Lenksysteme foi publicado após o anúncio da negociação entre ZF e TRW.
Fonte: Automotive Business
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quarta-feira, 16 de julho de 2014
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Os sistemas de segurança ativa impedem acidentes
A melhor proteção contra
acidentes é impedi-los. Há mais de 30 anos, a Bosch desenvolve sistemas de
segurança ativa que contribuem significativamente para a redução do número de
acidentes, apesar do aumento do tráfego. Os sistemas de segurança ativa, como
Sistema de Freios Antitravamento (ABS), Sistema de Controle de Tração (TCS) ou
Programa Eletrônico de Estabilidade (ESP®) intervêm antes que um acidente
ocorra.
Frenagem sem o bloqueio das rodas
A introdução do primeiro ABS do
mundo para carros de passeio pela Bosch em 1978 é um marco na área de segurança
ativa. Desde então, aprimoramos constantemente o ABS para oferecer sistemas
menores, mais leves e mais poderosos.
Princípio de funcionamento
Em uma situação de frenagem de
emergência, a força de frenagem aplicada pelo motorista pode ser maior do que o
pneu pode suportar. Neste caso, a roda trava. O pneu agora não consegue mais
transferir nenhuma força de tração lateral. O veículo fica instável e fora de
controle, visto que ele não reage mais aos comandos de direção do motorista. Em
um veículo equipado com o sistema ABS, os sensores de velocidade da roda medem
a velocidade de rotação das rodas e passam essas informações à unidade de
controle do ABS. Se a unidade de controle do ABS detectar que uma ou mais rodas
tendem a travar, ele intervém em questão de milissegundos, modulando a pressão
de frenagem em cada roda individual. Ao fazer isso, o ABS impede que as rodas
travem e garante uma frenagem segura: o veículo continua sob controle e
estável. Em geral, a distância de parada é reduzida também.
Aceleração sem o giro em falso
das rodas
O Sistema de Controle de Tração
(TCS) é um desenvolvimento adicional da tecnologia ABS e foi lançado pela
primeira vez no mercado pela Bosch em 1986, inicialmente, para veículos
comerciais, e em 1987 para carros de passeio.
O TCS da Bosch impede que a roda
derrape ao arrancar ou acelerar, particularmente em uma pista escorregadia ou
molhada. Enquanto o ABS impede que as rodas travem durante a frenagem ao
reduzir as pressões de frenagem, o TCS garante que as rodas não derrapem
durante a arrancada ou a aceleração. Para fazer isso, o torque em cada roda
acionada é reduzido de maneira correspondente. O TCS melhora a tração do
veículo e aumenta a segurança ao evitar situações de condução instáveis dentro
dos limites da física.
Princípio de funcionamento
Se uma das rodas acionadas tiver
tendência de derrapar, o TCS será ativado. O TCS reduz o torque de acionamento
fornecimento pelo motor e, se necessário, aplica freio a rodas individuais para
regular o acionamento das rodas o mais rápido possível dentro do nível ideal.
Prevenção contra derrapagens
Em 1995, a segurança ativa
atingiu outra dimensão graças à introdução do ESP®. O ESP® incorpora as funções
do ABS e do TCS, com os benefícios adicionais do controle de estabilidade. O
sistema oferece suporte ao motorista em todas as situações de condução. Ele
detecta a iminência de derrapagem e intervém aplicando força de frenagem a
rodas individuais e/ou reduzindo a força do motor para restaurar a estabilidade
do veículo.
ESP® se torna obrigatório
Estudos internacionais mostram
que o ESP® reduz significativamente o número de fatalidades e ferimentos no
trânsito e se tornou uma contribuição importante para a segurança no trânsito.
O ESP® se tornará um equipamento padrão nos EUA, no Canadá, na Austrália e na
Europa nos próximos anos.
Saiba mais em: http://bit.ly/19vlv1y
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Instituto Robert Bosch
O Instituto Robert Bosch, criado
em 2004, é a entidade responsável pelos programas sociais da Robert Bosch
América Latina. Foi constituído em 1971, em Campinas, inicialmente como
Associação Beneficente Robert Bosch.
Atualmente, o Instituto é
responsável pelo desenvolvimento, gestão e apoio de projetos sociais que são
realizados principalmente nas cidades de Campinas-SP, Curitiba-PR, Pomerode-SC
e Aratu-BA, onde a Bosch esta presente com as suas fábricas.
Além do seu próprio programa,
chamado Peça por Peça e desenvolvido com escolas nos bairros das comunidades
vizinhas das fábricas, o Instituto Robert Bosch apoia projetos de outras
entidades e ONGs alinhados com a política de responsabilidade Social do Grupo
Bosch que, aqui no Brasil, tem o seu foco na educação de jovens. Anualmente, o
Instituto Robert Bosch investe mais de R$ 3 milhões nos programas realizados no
Brasil. Para mais informações sobre o Instituto acesse o site:
www.institutorobertbosch.org.br
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Bombas de calor Heliotek recebem certificação Inmetro
-
Primeira fabricante nacional certificada
- Normas garantem maior segurança para o consumidor final
A Heliotek, marca do Grupo Bosch, foi a primeira fabricante nacional a receber a certificação no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade coordenado pelo Inmetro para as bombas de calor. A conformidade atende à Portaria 371, que regulamenta a segurança de aparelhos eletrodomésticos e similares (IEC 60335-1) e também a de produtos análogos, por meio de regras particulares para bombas de calor elétricas (IEC 60335-2-40).
A iniciativa contribui para um aumento na qualidade dos produtos e serviços ofertados no mercado e permite a comparação entre diferentes marcas, facilitando a tomada de decisão do consumidor. "A certificação oferece transparência aos critérios de avaliação aos quais o produto de uma empresa é submetido. Além disso, todos os fabricantes estarão sujeitos às mesmas regras, tornando a competição mais justa e objetiva", avalia Rafael Campos vice-presidente de vendas da divisão Termotecnologia da Robert Bosch.
As regras da Portaria 371 foram baseadas em uma norma internacional da IEC (International Eletrotechnical Commission) e valem para produtos nacionais e importados. O objetivo é aumentar a segurança do usuário desses aparelhos.
Bombas de Calor Heliotemp
As Bombas de Calor Heliotek são reconhecidas pelos altos níveis de eficiência energética. Com elas, é possível aquecer qualquer tipo de piscina durante o ano todo, seja ela coberta, aberta, grande ou pequena, mantendo um custo operacional baixo.
Ao utilizar a energia solar contida no ar e transferindo essa energia para a água, para cada Kwh de energia elétrica consumida, a bomba de calor Heliotek transfere 5 kwh para a piscina. O painel controla a temperatura desejada para piscinas (até 35ºC) e a do spa ou ofurô (até 40ºC). O produto conta também com o autodiagnóstico inteligente, que monitora todas as funções do equipamento e se necessário exibe os códigos de falha.
Programa Brasileiro de Etiquetagem
Atenta às demandas do mercado consumidor, a Bosch participa voluntariamente do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) do Inmetro, que tem como objetivo prover informações úteis que influenciem a decisão de compra do consumidor.
Atualmente, o PBE é composto por 38 Programas de Avaliação da Conformidade em diferentes fases de implementação, que contemplam desde a etiquetagem de produtos da linha branca - como fogões, refrigeradores e condicionadores de ar - até demandas mais recentes na área de recursos renováveis (aquecimento solar e energia fotovoltaica) e outras mais complexas e com grande potencial de economia de energia para o país, como as edificações e os veículos.
A empresa conta, ainda, com rigorosos controles de qualidade em seus processos fabris, atendendo às normativas ISO 9001 e ISO 14001.
Outras informações pelo site www.heliotek.com.br
- Normas garantem maior segurança para o consumidor final
A Heliotek, marca do Grupo Bosch, foi a primeira fabricante nacional a receber a certificação no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade coordenado pelo Inmetro para as bombas de calor. A conformidade atende à Portaria 371, que regulamenta a segurança de aparelhos eletrodomésticos e similares (IEC 60335-1) e também a de produtos análogos, por meio de regras particulares para bombas de calor elétricas (IEC 60335-2-40).
A iniciativa contribui para um aumento na qualidade dos produtos e serviços ofertados no mercado e permite a comparação entre diferentes marcas, facilitando a tomada de decisão do consumidor. "A certificação oferece transparência aos critérios de avaliação aos quais o produto de uma empresa é submetido. Além disso, todos os fabricantes estarão sujeitos às mesmas regras, tornando a competição mais justa e objetiva", avalia Rafael Campos vice-presidente de vendas da divisão Termotecnologia da Robert Bosch.
As regras da Portaria 371 foram baseadas em uma norma internacional da IEC (International Eletrotechnical Commission) e valem para produtos nacionais e importados. O objetivo é aumentar a segurança do usuário desses aparelhos.
Bombas de Calor Heliotemp
As Bombas de Calor Heliotek são reconhecidas pelos altos níveis de eficiência energética. Com elas, é possível aquecer qualquer tipo de piscina durante o ano todo, seja ela coberta, aberta, grande ou pequena, mantendo um custo operacional baixo.
Ao utilizar a energia solar contida no ar e transferindo essa energia para a água, para cada Kwh de energia elétrica consumida, a bomba de calor Heliotek transfere 5 kwh para a piscina. O painel controla a temperatura desejada para piscinas (até 35ºC) e a do spa ou ofurô (até 40ºC). O produto conta também com o autodiagnóstico inteligente, que monitora todas as funções do equipamento e se necessário exibe os códigos de falha.
Programa Brasileiro de Etiquetagem
Atenta às demandas do mercado consumidor, a Bosch participa voluntariamente do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) do Inmetro, que tem como objetivo prover informações úteis que influenciem a decisão de compra do consumidor.
Atualmente, o PBE é composto por 38 Programas de Avaliação da Conformidade em diferentes fases de implementação, que contemplam desde a etiquetagem de produtos da linha branca - como fogões, refrigeradores e condicionadores de ar - até demandas mais recentes na área de recursos renováveis (aquecimento solar e energia fotovoltaica) e outras mais complexas e com grande potencial de economia de energia para o país, como as edificações e os veículos.
A empresa conta, ainda, com rigorosos controles de qualidade em seus processos fabris, atendendo às normativas ISO 9001 e ISO 14001.
Outras informações pelo site www.heliotek.com.br
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Bosch apresenta solução para os dias frios
Proprietários de veículos bicombustíveis abastecidos 100% com etanol sentem a diferença no momento de dar partida no motor em dias frios. Isso ocorre porque em temperaturas abaixo de 15º.C, a combustão do etanol é mais difícil que a da gasolina. Dessa forma, podem ocorrer falhas na partida e na aceleração inicial dos veículos, especialmente se o tanquinho não estiver abastecido.
Para amenizar esse desconforto, a Bosch, fornecedora credenciada Rede Âncora, desenvolveu a tecnologia Flex Start, que elimina o reservatório extra de gasolina em veículos flex. Trata-se de um sistema de gerenciamento eletrônico para aquecimento de combustível, que entra em operação na partida e também na fase fria de funcionamento do motor.
Com o Flex Start, o etanol é aquecido antes de ser injetado no motor, por meio de uma galeria de combustível equipada com lanças aquecedoras, que são acionadas e monitoradas por uma unidade de controle exclusiva. Assim, o combustível é injetado de forma pulverizado, melhorando a combustão e assegurando uma melhor resposta na partida a frio.
"Além de melhorar a eficiência da partida a frio em carros abastecidos com etanol, a tecnologia Flex Start reduz as emissões de poluentes em até 40%, já que é no momento de partir o motor que ocorre a maior liberação de gases poluentes", esclarece Martin Leder, chefe de engenharia aplicada da divisão Gasoline Systems da Bosch.
A tecnologia Flex Start já está presente em seis modelos de veículos no mercado brasileiro como: o Polo Bluemotion, da Volkswagen; o Peugeot 308, o C3 e o C3 Picasso, da Citroën; o CR-V, da Honda; e o Fiesta, da Ford. Outros projetos com a tecnologia estão a caminho.
Fonte: www.bosch.com.br
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