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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Mercado nacional de veículos seminovos continua em alta

De acordo com a Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores), as vendas de veículos seminovos em maio atingiram 1.103.156 unidades no mês, 7,4% maior do que o registrado em abril, quando foram comercializados 1.026.916 veículos.

Confira abaixo a tabela dos seminovos mais vendidos até maio de 2014:

A entidade atribui o resultado positivo às boas ofertas que o consumidor encontra e à melhoria do crédito concedido pelas financeiras para esse tipo de operação, com o consequente recuo da inadimplência nesse tipo de financiamento. O presidente da Fenauto, Ilídio dos Santos, afirma que o consumidor conta com preços competitivos, uma alta oferta de veículos seminovos e condições de venda dentro da sua capacidade de pagamento.
“Além disso, embora ainda estejamos enfrentando uma seletividade mais rigorosa na aprovação do crédito, os financiamentos estão mais seguros, proporcionando a concretização do negócio. A perspectiva é que essas condições sejam mantidas pelos próximos meses, oferecendo boas oportunidades para os consumidores interessados em adquirir ou trocar um automóvel”, declara Ilídio.
A entidade reforça que o resultado dos primeiros cinco meses de 2014 foi de 5.160.407 veículos comercializados – 6,2% acima do mesmo período do ano passado – entre autos, comerciais leves, comerciais pesados, motos e outros modelos.
Fonte: O Mecânico

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Inicio da certificação de pastilhas e lonas de freio

Em 30 de janeiro de 2014 foi publicado na portaria que fabricantes e importadoras possuem o prazo de 24 meses a partir da data para obter o selo do Inmetro em todos os seus produtos confirmando o uso de materiais de atrito - pastilhas e lonas - em sistemas de freio de veículos rodoviários leves e pesados, exceto motocicletas e veículos agrícolas.

O Instituto de Qualidade Automotiva (IQA), órgão acreditado pelo Inmetro, já começou a fazer a certificação compulsória. De acordo com essa portaria, a partir de 30 de janeiro de 2016 será proibida a fabricação ou importação de pastilhas e lonas de freio sem o selo. Ainda haverá mais seis meses para zerar o estoque e o comércio varejista terá o prazo estendido para 30 de julho de 2017 para comercializar produtos sem a certificação obrigatória. Caso não for cumprida a resolução no prazo determinado, haverá apreensão dos produtos e multa. 

Para o IQA, a certificação compulsória para itens de segurança veicular é primordial, já que a fabricação dessas peças deve ter níveis de qualidade padronizados de acordo com normas técnicas atualizadas, para evitar que o consumidor coloque a vida em risco com a utilização de produtos de baixa qualidade. "O consumidor não é um especialista e muitas vezes adquire o produto de menor preço, o pode não ser a opção mais adequada", afirma Mario Guitti, superintendente do IQA.

"Nosso papel como organismo de certificação especializado no setor automotivo é evitar situações como essa, pois temos como missão prestar serviços que contribuam para a melhoria da qualidade, agregando valor para toda cadeia automotiva e, principalmente, o consumidor", diz.

A Portaria nº 55, de 28 de janeiro de 2014, do Inmetro, determina que a certificação compulsória para Materiais de Atrito para Freios de Veículos Rodoviários Automotores deve ser aplicada a automóveis, camionetas, caminhonetes, comerciais leves, caminhões, caminhões tratores, ônibus e micro-ônibus, das categorias M e N e categoria O. Ficam de fora motocicletas e demais veículos categoria L (menos de quatro rodas), assim como máquinas, implementos e equipamentos agrícolas.

Fonte: O Mecânico